14 fevereiro 2013

"A Bela e a Fera²"

Capítulo 16 e 17

POV- Lua

“Agora que você leu tudo isso... Talvez seja bom você dar uma olhada nesses fatos micásticos do Arthur.” Disse-me Diego.
Logo em seguida, entregou-me uma nova caixa, porém nessa havia fotos muito engraçadas (entre elas uma do Arthur fantasiado de banana), roupas infantis, anuários do colégio e etc.
“Lua, eu vou para uma festa, se precisar de qualquer coisa liga...” Diego então deixou-me sozinha naquela ENORME casa.
Enquanto ficava remexendo as coisas do Arthur tomei uma decisão e armei um plano. Espalhei da entrada até o quarto dele algumas das roupas infantis dele e rezei para que ele chegasse logo e SOZINHO!
Não deu uma hora depois e ele apareceu. Sorri ao vê-lo na porta do quarto e disse:
“Você realmente ficou muito fofo fantasiado de Banana in Pijamas.”
Ele riu e fez uma cara de quem não estava compreendendo nada. Tive vontade de rir dele, mas em vez disso andei até onde ele estava e beijei-o.

Capítulo 17
POV- Lua

Tive vontade de rir dele, mas em vez disso andei até onde ele estava e beijei-o. Estive desejando beijá-lo desde o dia que nos encontramos na cozinha, dessa vez, diferentemente da outra, não havia ninguém para nos interromper, para me fazer voltar à realidade nem algo parecido.
Arthur levantou-me levemente do chão e andou comigo até sua cama, onde deitou-me. Quando apartamos o beijo ele tentou falar algo, porém eu impedi-o, calando-o com um beijo.
Passamos o resto da noite sem falar muito, apenas despindo um ao outro, se beijando e alguns detalhes que é melhor não deixar explícito.

POV- Arthur

Acordei na manhã seguinte ao lado da Lua, que ainda dormia docemente. Ela sorriu, ainda dormindo, quando beijei o rosto dela.
Levantei da cama, tomei um banho, vesti-me e sai para preparar um café para nós dois. Quem
diria, ano novo começando melhor impossível.
Quando voltei para o quarto, carregando uma bandeja cheia de delicias, encontrei a Lua já acordada, usando uma camiseta velha minha.
“Bom dia meu amor!” Ela disse.
Beijamos-nos, tomamos café, aproveitamos a piscina juntos e por fim sentamo-nos.
Dias se passaram e nosso romance não possuía ainda uma definição. Apesar de termos voltado a ficar à mais de três semanas, eu ainda não tivera coragem de pedi-la em namoro. Nós já estávamos de volta à universidade, ela quase se formando, e eu no segundo semestre.
No dia 30 de janeiro, chamei-a para jantar. Estava decidido a pedir ela em namoro. Meu coração acelerava-se a cada segundo. Temia que ela dissesse não.
Quando Lua chegou não havíamos dado sequer um beijo de cumprimento quando eu disse:
“Lua eu preciso falar uma coisa para você urgentemente!”
Ela sorriu e disse....

Continua [...]

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